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Vídeo: Instalação e Configuração do Mercurial (5min)

Para começar a usar o controle de versão, primeiro é necessário instalar e configurar corretamente a ferramenta. Este vídeo mostra como fazer isso para o Mercurial.

Vídeo: Como funciona o controle de versão? (8min)

Para poder usar o Subversion, o Git ou o Mercurial com sucesso, primeiro é importante conhecer alguns conceitos básicos que todas essas ferramentas seguem. Este vídeo é o primeiro de uma série que aborda os conceitos básicos e comuns a todas as ferramentas de controle de versão.

O que há de novo no Git 2.10

Foi lançada agora no começo de setembro a versão 2.10 do Git com várias pequenas correções e melhorias. Os destaques estão no relatório de progresso para a operação push, melhoria na validação da assinatura e nova formatação de saída no terminal.

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Tipos de Ramos do Controle de Versão

Um ramo é uma linha diferente na evolução que forma uma variação isolada e controlada do projeto.

Ramos resolvem vários problemas:

  • Permitem a execução simultânea de atividades diferentes e incompatíveis (ex.: codificação, teste, manutenção)
  • Organizam o esforço de implementação por finalidade, equipe, risco, restrição etc.
  • Isolam implementações arriscadas das que são certas e rápidas.

Se usada corretamente, a ramificação produz uma estrutura que consegue absorver todas as mudanças no projeto de maneira ordenada. Desde as emergenciais, que precisam ser atendidas com urgências e postas em produção, até alterações incertas, que podem se mostrar viáveis ou não com o tempo.

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Comparação de Complexidade entre Subversion, Mercurial e Git Baseada em Quantidade de Texto de Ajuda

Como medir a complexidade do Subversion, Git e Mercurial? Uma forma simples e direta é a partir da quantidade de texto de ajuda: quanto mais simples uma ferramenta, menos linhas são necessárias para explicar seu funcionamento. Essa ideia é bem ilustrada pelo tweet abaixo:

Em outras palavras:

Invista na simplicidade e economize na explicação.

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Mercurial mais rápido com o cHg

Quando você executa um comando hg, um novo processo Python é disparado, o Mercurial é carregado, o comando é executado e depois o processo finaliza. Esse tempo de carregamento inicial do Python e do Mercurial a cada comando nem chega a ser perceptível para execuções esporádicas, mas se você precisa executar vários comandos em um script ou de dentro de uma aplicação, o tempo de resposta começa a aparecer.

O chg é um programa em C que executa os comandos hg através do servidor de comandos do Mercurial que roda em background, evitando o tempo de carregamento inicial.

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